
Como biografar alguém que pra muitos existe e pra tantos outros não existe, e nem nunca existiu? Como contar a vida de alguém sem entrevistar seus colegas de trabalho, seus filhos, sua esposa , sua mãe...? Como contar a vida de algém que se quer tem identidade ou certidão de nascimento?Alguém que tem mil e tantas formas e anos? Alguém que todos sabem quem é, mas ao mesmo tempo não conhecem? Como contar a história de vida do adversário de Deus?
É isso que nos propõem o argentino Alberto Cousté em seu livro A Biografia do Diabo. Ao longo de mais de duzentas páginas, o autor nos conta a trajetória deste controverso e inquiéto personagem, percorrendo lendas, mitos, crenças e contos das mais variadas e antigas religiões, é traçado um curioso perfil deste polêmico e tão presente personagem na longa história da humanidade.
Tem uma parte do livro à respeito dos tipos de céus. Existe, por exemplo, o Céu dos Inúteis, pra onde são mandadas as pessoas que passam pela vida sem fazer absolutamernte nada! Não sei o porque, mas na hora me lembrei de alguns-muitos políticos!
A seguir, um trecho do capítulo Vitórias e Derrotas do Tentador:
...o construtor da ponte de San Claudio achava-se em dificuldades financeiras para pagar aos operários, e solicitou a ajuda do Maligno, em troca da alma do primeiro que atravesasse a ponte depois de pronta. Satã cumpriu sua parte no acordo, tirando o construtor das dificuldades. Só que este não correspondeu ao auxílio recebido e fez com que um gato fosse o inaugurador da ponte, pobre tributo com que o Diabo teve de resignar-se...
depois teclamos.
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