
Não conhecia este fenômeno de popularidade de 2008, até que meu velho amigo Ricardo comentou pelo telefone sobre a cantora infanto-juvenil. Fui até o myspace e não gostei de cara das músicas da "pequena tchumbarumba". Esqueci de sua existência, até que vendo mais uma vez o ótimo programa ALTAS HORAS (estre programa sempre me rende textos), vi a Mallu ao vivo. Sua música ao vivo no programa me pareceu mais palatável, não necessariamente boa, apenas palatável. Mas uma coisa me decepcionou demais. Sua postura para responder as perguntas foi deplorável. Foi quase sempre monossilábica, evaziva e totalmente de má vontade com o público e apresentador do programa. Fez um estilo totalmente forçado de intelectual abstrata. Caetano e Gil até podem fazer aqueles discursos catatônicos porque tem uma história, são deuses de nossa música. Agora um projeto de gente, com 16 anos bancar pose é lamentável. Em contraponto a ela, o talentosíssimo Wagner Moura esbajava bom-humor e franqueza nas respostas.
Sinceramente achei uma menina de até algum talento a ser amadurecido na música, mas com uma postura impositivamente nerd pra quem está nascendo pro mundo seja ele pessoal ou artístico.
E o Marcelo Camelo hein... não tenho nada haver com a vida amorosa de ninguém, mas como disse um filósofo destes de internet: "Sempre achei que o Camelo gostava de meninos!"
Pra bom entendedor, pingo é letra.
Até a próxima!
Um comentário:
Hahaha... concordo plenamente! mal humor e intolerãncia forçados...
Bia.
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